INSÍGNIA E LEMA

INSÍGNIA E LEMA
CONQUISTANDO OS CORAÇÕES SE VENCE A LUTA

domingo, 9 de abril de 2017

CONFRATERNIZAÇÃO 2017 - 24ª

Meu Caro Camarada de Armas


Conforme deliberado há um ano atrás, no coração do Alentejo, iremos efectuar a nossa Confraternização de 2017 em Pombal, mais propriamente no MANJAR DO MARQUÊS, onde, em simultâneo, estarão presentes também os Camaradas da 2505, Companhia-Irmã do nosso Batalhão, embora cada Companhia irá ocupar o seu espaço próprio.
 
Assim sendo, a nossa 24ª Confraternização - como o tempo passa, pessoal, estamos todos bem seniores -  ocorrerá no dia 6 de Maio no restaurante citado, cujas coordenadas - para quem utiliza GPS - são: 39º 55’ 54,95” N   /    8º 37’ 41,43 W.


“Picadas” até ao objectivo:
Quem vem de sul pela A1 sai em Pombal, apanha a N1 (IC2) no sentido de Coimbra e anda cerca de 1 Km e vira à direita; quem vier de Norte pela A1 fará o inverso, isto é, sai em Condeixa, segue na direcção de Pombal cerca de 20 Km. O restaurante é bem visível, à esquerda.

10H00 – Início da concentração no Parque de Estacionamento do Restaurante
12H30 – Tempo para as habituais fotografias
13H00 – Almoço, precedido das habituais saudações e de 1 minuto de silêncio em homenagem
                 aos nossos Camaradas que já partiram.

O Preço da Refeição será uma agradável surpresa, pois, atendendo a que há um Camarada da 2505 que tem ligações directas com o Restaurante, será inferior ao que habitualmente suportámos.
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Responde-me logo que possas – pode ser pelo telefone - e entretanto recebe um forte abraço. 
                                        


11 de Abril de 2017                        
                                                         
 Carlos Jorge Mota
 Telefone: 220 301 472
 Telemóveis: 919 862 347  /   933 302 262                                           

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

OS SEIS NORTENHOS MAGNÍFICOS

Almoço quinzenal nos arredores do Porto, na Ponte da Pedra. Aqui, já no café. O número varia, consoante a disponibilidade de cada um. Neste, um novel bem branquinho, que parece Ajax. Mas ... faltaram quatro: Madureira, Sérgio, Fontes e Acácio Sampaio (este último do Batalhão de Cavalaria 2870).
Todos serão bem-vindos. Façam aumentar o número.


Carlos Jorge Mota

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

ROLA, ROLA! AQUI LEÃO!

KUANDO-KUBANGO (Terras-do-Fim-do-Mundo)



No dia 1 de Janeiro de 1970, ordem de avanço para sudeste da zona do Aquartelamento, para perto de Bambangando, para recolha dum GE (elemento dos denominados GE’s – Grupos Especiais constituídos por nativos normalmente armados com material capturado ao IN) que ficou doente no decurso duma operação em que estavam envolvidos naquela área.
Saída de manhã cedo, sob o Comando do Furriel-Miliciano Temudo, mas acompanhados também do Furriel-Miliciano Mota, que se ofereceu para a missão.
Atingidas as coordenadas fornecidas, via Rádio chamámos várias vezes “Rola, Rola!”, “Aqui Leão!”, senhas previamente combinadas para o contacto, mas, de “Rola”, … apenas silêncio.
Para aumentar o raio de acção de eventual contacto, apesar de possuirmos somente um Rádio, o nosso Grupo subdividiu-se em dois e dispersámo-nos por área mais alargada, na tentativa do som das viaturas poder ser audível pelo Grupo do GE. Novas chamadas, porém, silêncio absoluto…
Entretanto anoiteceu, e montada a indispensável segurança, dormimos na mata e sob chuva intensa e, pela primeira vez, utilizámos os Sacos-Cama que nos haviam sido recentemente distribuídos.
Logo de manhãzinha nova chamada via rádio, mas … apenas silêncio.
Contactada a Base, pedindo instruções face à situação, o Comandante do Grupo recebeu instruções para regresso imediato pois o GE em causa tinha já sido socorrido por outros meios, por nós desconhecidos.
Chegados à Coutada de Mucusso detecta-se então que falta uma Arma (G-3), provavelmente caída do Unimogue, talvez por entorpecimento físico do seu responsável dado que o ronronar do motor da viatura, acumulando o cansaço e o desgaste, a isso proporciona.
Na manhã seguinte, nova saída, mas com outro Grupo, que incorporava o Camarada em situação complicada, em busca da Arma. Felizmente, e para alívio geral, percorrido apenas parte do caminho em sentido inverso que esse militar tinha feito na véspera, a G-3 foi encontrada.
Todavia, no regresso, por abatimento repentino do terreno, que aparentava ser sólido, de um dos lados da viatura, uma Berliet virou-se e ficou de rodas para o ar. Houve discernimento e tempo para todos saltarem com segurança, ficando apenas o condutor dentro dela, mas, por protecção de mão-divina, saiu incólume. Entra em acção o guincho de um dos Unimogues e a Berliet é colocada na sua posição normal e pronta a arrancar.

Nota: Segundo se falava à época, Bambangando seria o local em Angola onde haveria maior concentração da Mosca do Sono razão por que antes de abalarmos para o Kuando-Kubango recebemos um reforço da Vacina contra esta doença.


Joaquim Costa
- então 1º Cabo de Armas Pesadas.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

ESCOLA DO MPLA EM PLENA MATA DOS DEMBOS

Cópia de documentos apreendidos durante uma Operação nos Dembos. Escola do MPLA em plena actividade, abandonada à pressa pela aproximação das NT (Nossas Tropas).
Como se compreenderá, tratando-se duma cópia - fiel - o papel não é o original.











Como se depreende perante os documentos prévios, o MPLA, para além a Luta Armada, tinha também a preocupação do Ensinamento Escolar.

Joaquim Costa

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

ALMOÇO-CONVÍVIO NO BARREIRO (II)

Retomando uma mini-Confraternização já havida do antecedente, e novamente no Clube dos Fuzileiros, no Barreiro, e a fim de convivermos em amena cavaqueira e também tomando notas de relatos ocorridos em plena Guerra para aposição no nosso Blogue, juntámo-nos em 7 de Julho, defronte duma paisagem magnífica tendo o Tejo servindo de fundo, Arvelos, Carlos Neves e Medroa, da CCS, Fernando Santos e João Merca, da Companhia de Caçadores 2505, e Aleixo, Boavista, Carlos Jorge Mota, Fernando Temudo, Joaquim Costa, Manuel Carvalho e Manuel Freitas, da Companhia 2506. Para pôr ordem na mesa, tornou-se indispensável a presença duma senhora, tarefa que foi entregue à Adélia, Companheira do Temudo.
Pena foi que, não obstante ter sido convidado, o Pimenta, da Companhia 2504, não pudesse ter comparecido, por razões de ordem pessoal, pois, dessa forma, todo o Batalhão 2872 - o nosso Batalhão - estaria representado.
Boa disposição, como sempre entre velhos Camaradas de Armas, recordando eventos bons, menos bons, maus e muito maus, como é normal em todas as Guerras.
Colhidas algumas informações mais concretas sobre ocorrências em Angola, já ligeiramente debatidas, para aposição na Blogue da Companhia, e feitas pequenos acertos de relatos de outras, a confraternização prolongou-se até ao fim da tarde, mas ainda deu tempo para, pelo caminho de regresso ao Porto, em plena zona da Bairrada, se jantar assistindo ao jogo de futebol do Campeonato da Europa cujo resultado interessava a Portugal.
Embora sem data marcada, ficaram assentes novos Encontros, e naquele mesmo aprazível local, pois a inabalável e perene camaradagem a isso obriga e impõe.
































Carlos Jorge Mota