INSÍGNIA E LEMA

INSÍGNIA E LEMA
CONQUISTANDO OS CORAÇÕES SE VENCE A LUTA

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

DESTACAMENTOS AO LONGO DA FRONTREIRA SUL

Pessoal dos vários mini-Destacamentos ao longo da fronteira sul do Cuando-Cubango: uns fixos, outros em trânsito e outros ainda em rendição.


                                               
                                                 Vídeo de autoria do Fernando Temudo

Carlos Jorge Mota

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

FALECIMENTOS (VI)

Ontem. após uma visita a casa do Pinto, em Santo Tirso,  pequeno na altura mas grande como Homem das Transmissões que foi, e depois do almoço quinzenal habitual na Ponte da Pedra (próximo ao Porto), fomos sabedores - e logo posteriormente confirmado pelo Carvalho por telefonema com uma sobrinha - que, no passado dia 25 de Julho, partiu mais um Camarada nosso: EGÍDIO DA ROCHA PINTO, Soldado-Condutor da nossa Companhia.
Numa visita a sua casa feita pouco antes daquela data por Camaradas nossos, constatou-se que a sua saúde era periclitante pois estava já invisual e não falava, embora percepcionasse o que o rodeava.
Mais um que partiu à nossa frente seguindo a Lei Inevitável de Quem Está Vivo.
À Família enlutada apresentamos as nossas condolências e desejamos que o EGÍDIO repouse em paz, que bem merece.

Carlos Jorge Mota


terça-feira, 26 de setembro de 2017

OS 9 MAGNÍFICOS NA TERRA DOS FRANGOS



Para alterar a agradável rotina dos Almoços Quinzenais na área do Porto foi resolvido fazer-se uma Confraternização a 9 - seriam 10, mas o Orlando, não pôde comparecer -, juntando-se à mesa, e não só, no dia 13 de Setembro, o Ajax, o Almeida, o Carlos Jorge Mota, o Carvalho, o Fontes, o Francisco Freitas, o Graciano Simões, o Madureira e o Manuel Freitas.
O Fontes, anfitrião na sua Oliveira de Frades - Terra dos Frangos -, presenteou-nos com um excelente passeio pela área circundante, provida de arvoredo com mesas para repasto junto ao rio e lago e mostrou-nos em pormenor as belezas do seu chão-natal.
Seria óptimo que outros encontros entre camaradas se efectuassem por iniciativa de alguém que aglutinasse elementos da Companhia de Caçadores 2506 nas proximidades da área de residência, pois seria muito bom que a nossa Família Militar confraternizasse mais vezes para além do Encontro Geral Anual. A roda da vida não pára e tudo anda muito depressa ...


Lago com área de lazer

Falta o Graciano - estava a tirar a foto

Local de homenagem aos Combatentes

Lagoa resultante da água da chuva. Buraco originado pela pedra retirada para construção da Via Rápida
Os Rangers da Companhia


Condutores

A Logística, indispensável
Carlos Jorge Mota

quinta-feira, 29 de junho de 2017

FALECIMENTOS (V)

Acabei, aqui no Brasil onde me encontro presentemente, de receber um telefonema do Frade anunciando-me o falecimento há minutos atrás do "nosso Primeiro", Capitão Vilares, que, segundo informação que me foi prestada há momentos pelo Armador, com quem contactei telefonicamente, ocorreu no Hospital das Caldas da Raínha, em cuja Casa Mortuária ficará o féretro provisoriamente depositado, pois o Velório será feito a  partir de amanhã, cerca das 21:00, em Castelãos, Macedo de Cavaleiros, em cujo Cemitério será enterrado, no próximo sábado, de manhã, ainda em hora a determinar.

Mais um dos NOSSOS que nos deixa, 

QUE DESCANSE EM PAZ.


Carlos Jorge Mota

quinta-feira, 18 de maio de 2017

24ª CONFRATERNIZAÇÃO

Conforme deliberado na nossa última Confraternização, em Évora, a deste ano teve lugar em Pombal, mais concretamente no Manjar do Marquês, conjuntamente com a da Companhia-Irmã 2505.
Local com fácil estacionamento e de acesso rápido pois fica muito perto da A-1.
Após a sessão de fotograficas da praxe, guardou-se 1 Minuto de Silêncio em homenagem aos Camaradas que já partiram, ou em África ou após o nosso regresso, e por mim, Carlos Jorge Mota, no final, foi feita uma explanação da história do nascimento do agora mundialmente usado Minuto de Silêncio em honra de algo ou alguém.
Presente o então Capitão Carrilho e então Comandante de Companhia 2505, hoje Coronel-Médico na Reforma, que se congratulou por encontrar velhos Camaradas de ambas as Companhias que ombrearam as mesmas alegrias e vicissitudes.
Convívio franco e aberto, como é apanágio dos Combatentes de Portugal (porventura será igual em todo o mundo), ficaram as duas Companhias agrupadas por mesas com alinhamento separado.
O João Merca e o Zé Simões saudaram todo o pessoal, na qualidade de organizadores habituais destes Encontros, em nome da sua Companhia, ao que eu, Carlos Jorge Mota, em nome da Companhia de Caçadores 2506, retribuí.
Fez-se a narração das razões de ausência dos Camaradas que telefonaram a indicá-las e foi dada  a informação formal do falecimento, no ano passado, do Camarada Jerónimo Candeias, cuja comunicação já tinha sido exposta aqui no Blogue.
Por mim foi sucintamente transmitido o teor duma conversa telefónica de cerca de 30 minutos que havia sido feita com o Médico Dr. Eduardo Xavier da Cunha, localizado através do Facebook pelo Boavista, e que ficou radiante por poder trocar impressões connosco, lembrando episódios ocorridos na Coutada de Mucusso.
Entretanto, no Domingo passado, portanto, já após o Encontro, recebi um telefonema do Médico Dr. Eustácio Ribeiro da Cunha, que nos acompanhou na ida para as Terras-do-Fim-do-Mundo e lá permaneceu até ser rendido pelo seu homónimo Cunha, mas Xavier, que lamentou não ter podido estar presente, enviando um abraço para todos os Camaradas. A razão da sua ausência deveu-se ao facto de, na qualidade de Cavaleiro da Ordem de Malta, ter sido destacado para a localidade de Pernes, na estrada que liga a Santarém, no início deste mês de Maio, para dar apoio aos peregrinos que se dirigiam a Fátima. Regressou a casa só no sábado seguinte ao da nossa Confraternização e estava a usufruir do merecido repouso. Todavia, disse: "para o ano não falto com toda a certeza".
Porque, dum modo mais ou menos generalizado, foi do agrado a utilização das instalações deste Restaurante, ficou assente que a Confraternização de 2018 será no mesmo local, mas com necessidade de alguns ajustamentos a fim de serem corrigidos alguns pormenores.







O Coronel-Médico Carrilho, o segundo contando a partir da direita

O Ajax quando pega no microfone ...





Antes de se partir o tradicional bolo


Historiando 1 Minuto de Silêncio:

Nós, Portugueses, deveremos divulgar e ter orgulho neste tipo de homenagem prestada a algo ou alguém, hoje prática disseminada pelo mundo afora.
Em 1912, quando chegou a Lisboa a informação do falecimento do grande estadista brasileiro Barão do Rio Branco -  a quem o Brasil deve a negociação com a Bolívia segundo a qual o actual Estado do Acre foi integrado naquele país-irmão, sem derramamento de sangue, pois houve negociação consubstanciada em compra - a então Assembleia da então novel República Portuguesa rendeu-lhe o merecido reconhecimento permanecendo 10 minutos em silêncio. Ficou instalado, a partir desse singelo mas valioso acto, um novo processo de reconhecimento de honra, reduzindo o tempo para 1 Minuto, hoje prática corrente no globo inteiro.
O Brasil ainda não prestou a merecida e devida veneração a este grande estadista brasileiro e muito amigo de Portugal. A História assim o exige.

Carlos Jorge Mota